Páginas

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Espacialidade do som

Os dias do curso de áudio têm sido dias muito felizes! Tão bom entender coisas que antes eram um mistério inexplicável. Davi (o professor) explica tudo com muita paciência e nos míiiiiiiiiiiinimos detalhes, pra essa "ingonorante digital" que vos fala. Bom de-mais!

O que estou mais impressionada é com a espacialidade da música. Impressionante como o som é...palpável! Ele se espalha sobre um meio físico, que é o ar, como todos sabemos, e isso parece uma grande bobagem. Mas gente...é impressionante como isso muda tudo! A posição em que você está, a umidade do ar, a temperatura, sua atenção, tuuuuuuuuuudo influencia no som que você vai ouvir. Ou seja: não adianta ser o melhor guitarrista do mundo se você não consegue fazer o som da guitarra "sair para o mundo lá fora", compreende? Fantástico!

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

[Meta]morfoseando

Ontem fui no show da coleguinha Lulu. Para vocês, reles mortais, a bela Luísa Meirelles. (risos) Sempre me lembro de nosso professor dizendo: "Vocês todos estão prontos pra começar." É...E Lulu está tendo um lindo começo. :)

Foi uma temporada que ela fez no Teatro Gamboa. Ontem foi o último dia. Fiquei feliz de ver alguns de nossos professores indo assisti-la. Isso dá muita força pra gente, uma vontade de continuar, de fazer melhor. Tenho certeza de que ela se sentiu assim também.

Foi um show autoral. As músicas quase todas dela. Não sei se pelo momento que estou vivendo ou se por boa crítica musical, mas as que eu mais gostei, de fato, foram as músicas instrumentais: Na virada do beco, Eu parto e Minhas Gerais. Das músicas com letra, gostei muito de um rockabilly que vira blues que vira bossa, que ela fez ainda mais novinha do que é hoje, Verbo Amar, e do sambinha, Sambinha. Fazer um show quase todo autoral é um grande sonho de qualquer compositor. Estou tão feliz que minha querida Lulu conseguiu realizar esse primeiro sonho agora, e que eu pude ir ver. Que bom. Como eu disse...um belo começo.

Preciso falar dos músicos que acompanharam a bela, que foram simplesmente sensacionais: Atualba Meireles (pai, baixista e arranjador, hihih), André Santana (piano e sanfona), Joander Cruz (sax e flauta) e Márcio Dhiniz (bateria). Os solos de André foram lindíiiiissimos, estou re-apaixonada pelo piano! E Márcio tocando bateria E percussão ao mesmo tempo, em Minhas Gerais e Sambinha, foi simplesmente incrível, nunca vi uma coordenação daquelas, sinceramente. Luísa também fez muitas dobras com o sax de Joander, mostrando a afinação precisa e a capacidade técnica da garota.

Quem tiver a oportunidade de ver o show, seja lá quando ele acontecer de novo, vá! [Meta]morfoseando, de Luísa Meirelles.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Música instrumental

Realmente, acho que não vou ter tempo de contar pra vocês em detalhes sobre a comemoração dos 30 anos do Grupo Garagem, que rolou domingo passado, no TCA. Só contando um pouquinho: com a participação de duas orquestras, a Neojibá e a Rumpilezz, foi um show mesmo de música instrumental, gente. Contaram com quatro arranjadores-amigos: Pedro Dias, Bira Marques, Letieres Leite e Alfredo Moura. Pra mim, foram eles os grandes destaques, palmas ainda mais intensas pra Pedro Dias. Os arranjos todos foram lindos, mas achei os de Pedro mais delicados, mais meticulosos. Foi impressionante como ele conseguiu preencher os "vazios" das composições originais do Garagem, aqueles espaços entre um acorde e outro, com intervenções dos sopros, principalmente, e das cordas, de vez em quando. Além de ele ter usado duas harpas, o que me faz admirá-lo ainda mais (hihih, por motivos óbvios). Os outros optaram por arranjos mais pulsantes, vibrantes, como o de Bira e o de Letieres. Tudo muito lindo.

O Garagem ainda contou com muitas participações - não vou dizer especiais...mas CHOCANTES! (rss) - como as de Mou Brasil, Joatan Nascimento e André Becker, entre outros. Mas não vou mentir: o solo que mais gostei foi do meu colega violinista que, infelizmente, nunca me lembro o nome. Ele é da Neojibá e foi i-na-cre-di-tá-vel o improviso que ele fez com o violino, "conversando" com a guitarra, também em improviso, de Paulo Mutti. Gente...foi cena de babar!

Eu ando assim, muuuuuuuuito fã de música instrumental. (Aproveito pra divulgar: fiquem atentos que vai rolar o Festival de Música Instrumental em breve.) Engraçado, né, entro na faculdade de Canto pra ficar assim, apaixonada por música instrumental. É isso...Tenho me interessado tanto por tanta coisa que eu nuuuuuunca pensei que ia me interessar! O legal de se inserir numa atividade profissional é isso: você passa a amar coisas que nem sabia que existia. (risos)

A outra coisa que tenho me interessado muito é por áudio. Não falei a vocês que comprei um Mac pra trabalhar com isso? Cada vez mais vejo que tomei a decisão certa comprando um Macbook (ao invés de um notebook comum). Então eu tenho essa novidade pra contar pra vocês: ESTOU FAZENDO UM CURSO DE ÁUDIO!! Uhuuuuuuu!!! Eu comecei pensando que era só teórico, mais pra conseguir conversar com meus colegas e técnicos de som do que propriamente pra saber mexer nas coisas, mas estou gostando taaaaaaaaanto, que já estou querendo ser técnica de estúdio, montar um estúdio, fazer trilhas sonoras e nunca mais cantar, hauhauhauahu! (Ah, como eu amo ser intensa e exagerada! (risos))

Hum, divulgo mais outra: de 15 em 15 dias vai rolar, às quartas-feiras, música instrumental lá no Espaço da Barroquinha. Talvez eu devesse fazer um muralzinho pra divulgar eventos que eu daria um "selo de qualidade Carvalho", se eu tivesse um. (risos) Mas...talvez a galera de outros estados se chateie de ficar vendo eventos só de Salvador, sei lá...Vou pensar no caso. Quem quiser me dê opinião.

Beijos de chuva,

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Tirando repertório

Uma pausinha aqui pra falar com vocês. Estou tirando o repertório do show que vou fazer com a banda Chá de Cozinha, no dia 05 de novembro. Substituindo a vocalista deles. Repertório enorme de pop rock. É um casamento (ou será um chá de cozinha?), não sei direito. Ainda bem que devo conhecer pelo menos metade das músicas.

Consegui falar com todos os músicos que vou convidar pra fazer minha gravação e todos toparam, graças a Deus. Só falta resolver os "registradores imagéticos". ;)

Queria muito contar pra vocês os detalhes do show de 30 anos do Grupo Garagem, que assisti ontem. Teatro lotado, duas orquestras, fantásticos artistas, tantos professores, colegas, alguns amigos. Foi lindo! Mas agora não vai dar tempo, estou no meio do trabalho. Fica a homenagem rapidinha.

domingo, 9 de outubro de 2011

Começando as gravações do Grupo Lex

Lá vamos nós pro estúdio de novo! (risos) É chato, mas é legal, se é que vocês me entendem!

Na verdade vou começar uma série de três gravações agora: a demo do Grupo Lex, a demo do meu projeto autoral e o cd (à vera!) da banda SynThsis, uma mistura de jazz e fusion e metal...só eles pra explicar. HIhihi. Na SynThsis só faço backing, nas outras, voz principal. É bacana essa coisa de gravar, impressionante como dá pra ouvir tudo que é respiração, colocação de voz e as terríveis - ui! - desafinações, graças a Deus, cada vez menos frequentes.

Essas duas últimas semanas me dei o direito de ficar de maresia, então praticamente não estudei, mas a próxima...precisamos pegar pesado! Até porque também estou cheia de eventos pra fazer e, se não estudar...o bicho vai pegar!

Vocês têm que ver é eu no ensaio. Eu toco baixolão (ridículo), toco pandeiro (já tá groovando), violão (só pra descansar o braço de alguém) e, claro, faço mil papagaiadas! Huhauahuah. Não se preocupem, que na gravação eu só vou cantar mesmo. (Graças a Deus.)

 Acompanhem tudo por aqui!